Quando estudava na Universidade fui monitora da matéria de Linguística
por três anos. De tudo que eu fiz envolvendo a Universidade foram esses os
momentos que considero mais gratificantes. Alunos com notas abaixo de 3,0 após
algumas aulas passavam para mais de 9,0 nas provas. Eu me preenchia porque estava
fazendo algo de positivo. O engraçado era o fato de eles me chamarem de
“professora” e eu de “colegas”.
Quando ingressei no mestrado a minha frustração foi grande. Após algumas aulas desisti. Muito me questionei na época tentando entender porque larguei algo que me era tão almejado. Mais tarde entendi que embora me parecesse grandioso não via utilidade em algo que ficasse entre os mestres, doutores e posteriormente numa prateleira. Era muito estudo, muita leitura para tão pouco.
Quando ingressei no mestrado a minha frustração foi grande. Após algumas aulas desisti. Muito me questionei na época tentando entender porque larguei algo que me era tão almejado. Mais tarde entendi que embora me parecesse grandioso não via utilidade em algo que ficasse entre os mestres, doutores e posteriormente numa prateleira. Era muito estudo, muita leitura para tão pouco.
Alguns meses depois em uma palestra empresarial tomei conhecimento da Programação Neurolinguística-PNL. Perfeito: se atinge de forma prática a vida de muitas pessoas e propicia o crescimento das mesmas e o meu, então me interessa. A partir daí comecei a dar um novo rumo as minhas leituras.
A.Rosa